11.9.07 

Fim de tarde perfeito...

16.8.07 

Boa notícia

Nasceu o Diogo, o menino da barrinha lá de cima! Dia 14 de Agosto, com 3 kgs e 50 cm, um modelito, portanto :) Parabéns, I, P e S!!!!

É com esta boa notícia que nos despedimos deste cantinho. Quero agradecer do fundo do coração a quem nos acompanhou estes 2 anos (já?). Aprendi muito ao reflectir os meus pensamentos na escrita e aprendi muito a ler outros blogs. O João também cresceu aqui e acredito que um dia vai achar piada ler-se em bebé e ver que os pais não nasceram pais e fizeram muita borrada.


Esta decisão deve-se à falta de tempo e disponibilidade para escrever com regularidade, não à falta de gozo que ainda assim tirava de manter este espaço. Pode ser que o status quo mude e voltemos, mas...

12.7.07 

A modos que estamos assim

Depois de 2 festas de anos: uma com todos os imunes à varicela e o gajinho cheio de pintas e cheio de febre; outra com as pintas já secas e a criançada toda dentro de casa porque passou um vendaval qualquer aqui na terrinha; depois de ter cá a minha família materna (tão bom, tão bom!), a minha irmã ter partido para a viagem da vida dela (vulgo interrail); e muito, MUITO, trabalho pelo meio (sendo que este "muito" é aniquilado por todos os que me afirmam que já estou de férias), estou de volta.
....
Feliz por ter garantido emprego por mais um ano (fiquei tão feliz que me esqueci do computador, id est, toda a minha vidinha) numa das salas onde estive em reunião a, mais coisa menos coisa, 200 kms de casa. Feliz também por pensar que tenho mais alguma coisa na forja, amanhã se verá.
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A consulta dos 2 anos correu bem, eu não estive presente (o raio da reunião nunca mais acabava). O JP estava no seu melhor (bem disposto por ter voltado ao infantário depois de mais de uma semana sem sair de casa), a médica ficou admirada com a desenvoltura :) O único senão é ter de ir a um ortopedista em Setembro para ver o problema dos tornozelos.
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A visita aqui ao estaminé é rápida e fugaz, de médico também, vou entrar em hibernação por causa da quantidade de trabalho que tenho até ao final de Julho, as minhas férias são assim ;). Beijnhos e abraços para todos!
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PS: Quando voltarmos, será para migrar para o novo blog, se eu não desistir da ideia até lá.

2.7.07 

Ainda com varicela. Stop. Socorro. Stop.

Com a porcaria da varicela a ensombrar-nos a vidinha, nem tempo tive para vir cá ontem pôr um post decente sobre os 2 anos do meu filho.

29.6.07 

O meu filho, prestes a fazer 2 anos, é um

gajinho com muita pinta. Muita pinta mesmo. Nem imaginam. É um rapaz daqui (apertem com os dedos o lóbulo da orelha). É um gajinho com tanta pinta, tanta pinta que até faz impressão só de olhar.
Só é pena que essa pinta toda, que o torna o moço mais cool aqui do sítio seja por causa da varicela.

27.6.07 

Orgulho!!!

É por estas e por outras que ter um filho assim... é tipo a Mastercard... não tem preço!
Cenário: restaurante
JP: "Ninaaaaa...!! A becha A Pai Favavoi!" (*)

*CHUIF*

P. de Pai

(*) "Menina! Uma cerveja para o Pai Se Faz Favor!"

 

O
pitá = jipe
pixa = pista (a famigerada pista do comboio que pelos vistos encanta mesmo sem pilhas)
pixá = piscina
têta = camioneta

e ainda...

têtas = cesta
mama = cama

 

Em countdown

para o 2º aniversário do JP, dá-me cá uns frios na barriga por não conseguir saber como vou "enfiar" 50 pessoas em casa... Tudo se faz, com uma grande dose de boa vontade, certo?

 

Daqui a 2 horas



vamos buscar a maior prenda que alguma vez nos ofereceram.
Provavelmente tenho o pai mais generoso do mundo.

25.6.07 

Nas nuvens


22.6.07 

"Onde está o meu bebé?"

desabafa o P ontem, depois de o ir deitar*. Diz que nas últimas noites já não quer o deite, o J fica de pé na cama, deita-se sozinho e pede ao pai para o tapar. Há pais que são mães (e só o pudor deste blog ser público me impede de discorrer mais sobre este assunto :).
*sim, o gajinho quer sempre que seja o pai a deitá-lo, a dar-lhe o leite, etc, etc. O próximo carregas tu durante 9 meses, P, chiça!

21.6.07 

Hoje (tentava) contar-lhe a história

da Branca de Neve de manhã, enquanto bebia o leite no meu colo. "Então, todos os dias os anões iam em fila para a sua casa em que tudo era pequenino" e ele: atáix do rrrrraurrrr (NT: atrás do leão)?!? Não me descosi: sim, atrás do leão, que guardava aquela floresta especial onde estava a Branca de Neve.

 

Viver no campo dá nisto

Já me apareceu 2 vezes com "bigodes" de terra.

18.6.07 

Bem me parecia que o padroeiro nos salvaria

da desgraça das 2ªs feiras! Hoje seria o primeiro dia de praia na escolinha. Tudo muito porreiro, toalhinha na mochila, etc, etc, mas a novidade apresentava 2 problemas fundamentais:
#1: como pôr creme protector no corpo todo da criatura e chegar às 9h ao colégio
#2: como ter regressado tarde de um fim-de-semana cheio de família (e mimos), convencê-lo que ir para o infantário é fixe e chegar lá às 9h
O que vale é que no calor da caminha ouvi S. Pedro a dizer, de maneira muito convincente, que mais valia não stressar e deixar o meu garfield espreguiçar-se o tempo que quisesse.
(não sei se já repararam mas a produção bloguística do pai é tão parca que eu já nem me preocupo em assinar os meus posts.)

 

Ladies and gentlemen,

o colégio do jp apresentou, no sábado passado, a belíssima história da Branca de Neve, short-version, com um novo anão: o MORCÃO. Este anão destacava-se dos demais pela boca escancarada, de beiço ligeiramente descaído, olhos esbugalhados e uma altura nada condizente com o seu nanismo. (e já esquecia que, em vez da picareta, usava um coelhinho azul claro e branco às risquinhas como picareta!)
PS: O gajinho amou a festa, apesar dessa aparente estupefacção. Andou o fim-de-semana todo a querer que andássemos à frente dele a liderar uma fila de anões a cantar eu vou, eu vou...

12.6.07 

O barato que sai caro

Sapatos, desde que começou a precisar mesmo deles, têm sido da Chicco. Como continua a pôr os pés um pouco para fora quando anda e ainda não tem os pés direitinhos (desde a nascença, mas há-de passar, diz a pediatra), as cautelas eram ainda maiores. Claro que, em tempos de aperto, custa dar 50€ por um par de sapatos que servirão aí para uns 4 meses no máximo. Para complementar, já teve 2 pares de sapatilhas Nike. Ora, vai na volta aqui a mummy dearest decidiu que é tempo de liberalização e encomendei umas sapatilhas na Vertbaudet (baratinhas), por serem porreiras para o Verão, para andar sem meias e inócuas na cor. Calcei-lhas uma vez. Uma vezinha, durante 2 horas. Ferida no pé, na parte interior. Tornozelos todos vermelhos. E ais de cada vez que punha o pé no chão.

8.6.07 

1º dia de praia do ano, numa manhã típica da terrinha


Quando era mais novita, sempre que decidia ir à praia no dia seguinte e combinava com as amigas, era certo e sabido que estaria nevoeiro. Ontem não foi excepção, mas como o calor ajudava, fomos na mesma. O que vale é que não eramos os únicos. Só eramos os únicos a parecer uma família de estrangeiros branquelas.

Estranhou pisar a areia, não saía do sítio. Depois de uma hora e picos, já não queria era vir embora. Pelo menos este ano já não lhe deu para comer areia às pazadas. À chegada à praia, deu um trambolhão por querer correr cheio de coisas nas mãos, resultado:

 

Mais fashion que os pais (também não é difícil)

No ano passado, foi assim, sem uma foto sequer para ilustrar, porque os pés dele são tão gordinhos que andavam bem era sem nada :). Este ano, a Né comprou-lhe estas cóques, muito confortáveis e giras.

 

Bodas de madeira (?!)

5 anos de casamento, hoje.

5.6.07 

Roidinha

Sei que a avó lhe cortou o cabelo há pouco. O cabelão já não dava para aguentar, o rapaz parece que transpira só pela cabeça. Ainda não vi o resultado, estou SUPER CURIOSA!!!! (acho que foi grande carecada).

 

Expressões preferidas do momento

Olhi, olhi, olhi, mamã

Olá

Xau, xau / adeus

A pai????? (e suponho que "a mãe???" também, quando eu não estou)

Nóni

Num cunxego

A meu

E do fim-de-semana, nomes: Pe'to Axonxo, Bebé 'Nês, Bebé Anã, Tacho, Li, Pipi...

 

Percebemos que algo não está bem

quando os eventos do filhote preenchem a maior parte das páginas da agenda até ao final do ano (lectivo)! Ele é Festa de final de ano, ele é saída ao parque, ele é praia, ele é festa de S. Pedro, ele é os anos dele...

 

Mudo, não mudo, mudo, não mudo

Com os 2 anos a chegar, apetece-me mudar outra vez de blog. Chiça. qu'esta gaja não pára quietinha. Este ano quase não escrevi, o P muito menos, mas não quero deixar de ter este espaço (embora nem saiba bem porquê).

 

Corolário

Diz uma amiga, antes de virmos embora do nosso refúgio maravilhoso de 2 dias, que a frase do fim-de-semana foi "olá, todos!". O João, percebo, é um bichinho social. Ele gosta é de cóbóiadas e muita gente que goste dele. Gosta de notar e de ser notado. Por oposição, cada vez mais confirmo que bichinhos não é com ele, só a uma distância segura. Depois da ceninha com as pombas no piquenique dos anos da B, agora foi com as formigas. Em casa, vá lá, só há moscas para ele ter ataquinhos de vez em quando.

1.6.07 

De partida para o fim-de-semana!


31.5.07 

vinte.e.três

1 de Junho, 23 meses. UAU! (Soa parvinho, mas saiu-me).
Tenho pensado (disse pensado, não escrito, ahahahah) sobre o crescimento deste rapazinho e sobre o nosso próprio crescimento nestes 2 anos. É muita chicha, não consigo verter em palavras decentes. Acho piada à forma como vamos perdendo certezas e ganhando em vivências. Já não consigo dizer que mãe gostaria de ser, sei a que sou. Sei que há dias em que me estou pouco lixando se ele se suja todo, porque o importante é que ele viva, e experimente, e toque, e rebole. Depois há dias em que, tendo dois enormes montes de roupa para lavar e secar e vendo a gaveta das calças quase sem nenhuma, já não acho tanta graça os joelhos verdes da relva. Há dias em que quero que ele durma um bocado menos, porque quero enchê-lo de beijos; há outros em que "rezo" por mais uma hora para conseguir ver os mails, ou arrumar a casa, ou seja o que for. Também sei que sou ansiosa, mas ansiosa não só no sentido negativo que os outros constantemente me fazem ver. Também ansiosa pela positiva, anseio por ele, por estar com ele, vibro com cada pedaço de vida que partilhamos. E nós? Se calhar gostava que fossemos mais consonantes na forma de estar com o J, mas sei que não há volta a dar-lhe, somos diferentes como pessoas, também o somos como pais. Resta-me a satisfação de saber que nas "grandes" opções, concordamos a maior parte das vezes.
Pronto, falta um mês para os 2 anos e começa a dar-me para isto.

 

Sim, somos uns CROMOS, e?

2ª feira, Sr. Jójó volta ao colégio, depois de 2 semanas fora.
Somos avisados, no dia seguinte, que há casos de varicela na sala dele.
Pânico, pânico, não pela varicela em si, mas porque este fim-de-semana é O fim-de-semana anual com o "12D", o que significa uma bebé de 2 meses a conviver com ele.
4ª não vai. Chego de Coimbra, mais cedo por causa da greve, e toca de irmos à pediatra.
(Ele tinha uma pinta na barriga, tipo picada de insecto.)
A médica olha para a barriga, olha para nós com um certo desprezo. Durante aqueles segundos, meu tamanho diminui, diminui. Isto é alergia à transpiração, daí o prurido de ontem e esta borbulhinha. Não, não é varicela. Sim, dá temperatura e as borbulhas seriam muitas mais.
Mãe e pai saem cabisbaixos e contentes, um pouco incomodados pelo olhar de espanto da pediatra e da senhora que estava lá com uma miúda toda pintalgada de betadine.
Depois destes episódios, penso sempre na sorte que terá o nosso próximo filho.
A despropósito, nova palavra, deliciosa: achacho (abraço). Claro que era escusadinho ele ter voltado para trás só para pedir um achacho à recepcionista do consultório, mas pronto. Filho de cromos, crominho há-de ser.

28.5.07 

Amanhã, ainda altos e baixos

Amanhã é o dia da escritura da casa. Amanhã, também, um dia que vai correr triste em backoffice.

 

Highs and lows

Depois de um fim-de-semana maravilhoso na casa dos mémés, com tantas novidades, tantas coisas para namorar e gozar - com o tempo contado, esse grande inimigo, a travar-nos o deleite. No meio, duas supresas lindas trazidas pelo Bu Anã e pela Né da viagem a Veneza: um carrossel de fazer sonhar (prometo foto quando voltarmos a Santarém) e uma máscara do Carnaval, uma viagem por si só.


O João voltou hoje para o infantário, depois das 2 semanas de
"quarentena". Eu, claro, que me habituo facilmente aos nervos em franja e às
doses de mimo docinhas e à presença dele constante, andei com uma estranha
má-disposição todo o dia, como se me faltasse alguma "coisa".

Hoje, o meu avô João F. faria anos. O meu padrinho. Ai as saudades. Não que se sintam mais nestes dias, o problema é que imaginamos coisas concretas, como ligar, dar os parabéns, sabemos aqueles trejeitos de linguagem que ele usaria, as frases que diria. Lembrei tudo, como se pudesse condensar tudo numa memória a correr atrás do dia "normal". Lembrei quando ele me deixava vender os selos, fazer o troco naquela máquina espectacular. Lembrei quando me deixava ir com ele cortar o vidro. Lembrei o riso dele e o seu portismo, naquela terra pequena tão longe do Porto. Lembrei-me dele a engarrafar vinho, a fechar a loja para o almoço, da carrinha azul. Lembrei dele a dançar nas noites de Verão e do olhar dele quando via a minha mãe. Lembrei das comidas que gostava e da maneira como gostava do seu café. No meio disto tudo, como se de um sinal se tratasse, ouço numa rádio local, daquelas sem playlists, um hey jude. Eu sei que me vês e ouves, só não conseguimos dialogar. Ai as saudades.

25.5.07 

15 dias em casa

e só hoje é que me deu vontade de arrancar os cabelos de nervos. Não é muito mau, pois não?

21.5.07 

Continua

em casa, MUITO constipado. Mais caidito, muito mimado, farto também de estar em clausura há uma semana, imagino. O Ti (finalmente o coelhinho tem nome) como grande companheiro. Aliás, tivemos de ir ao colégio resgatar o out'o Ti para poder lavá-los alternadamente. O que é fantástico nestes dias? O que ele fala. Fala pelos cotovelos, diz onde lhe dói (que é algo extraordinário), diz ao telefone aos que estão longe que tem uóuói no niz. E o que é fantástico também? É o meu Porto campeão.

14.5.07 

Depois de 3 meses

sem doencinha nenhuma, o fim-de-semana foi anulado por uma má-disposição com muitos estragos e uma constipação muito, muito chata. Já estava a ficar admirada com a imunidade constante. O que me aborrece mais: 1º, claro!, vê-lo mais abatido, chatinho, a chorar; ter de mudar a cama não-sei-quantas-vezes; ter de arranjar uma maneira de lavar o coelhinho; mudar os pijamas todas as noites.

11.5.07 

Falei-lhe ao coração,

e metade do biberão lá foi. O truque foi perguntar-lhe se queria tomar o leite com o coelhinho. Digamos que a poltrona ficou cheia de gente.

10.5.07 

Ainda estou com o coração apertado!

Pessoal, pessoal, aconteceu-me das coisas mais emocionantes com o J! (Não revirem os olhos, suas antagonistas do fenómeno futebolístico): ele disse Toooorto! Toooorto!* Exceptuando o malfadado lapsus linguae, era capaz de jurar que embaciei os olhos.
*Pooorto! Pooorto!

 

Agora tem a mania que manda em nós

Até nos percursos de carro. Imaginem onde chegou este pirralho: se fazemos um desvio ao caminho "normal", lá está ele a gritar ATI! ATI! (aqui! aqui!). Quando avista a nossa casa, sai-lhe logo um "já tá!", feliz e aliviado.

 

Mais dúvidas, vá se lá saber porquê

Agora é o leite da manhã, ou o pequeno-almoço. O gajinho não quer beber o leite pelo biberão, ao colo, mas também não quer de mais maneira nenhuma. A pediatra tinha aconselhado a começar a variar o pequeno-almoço e a tirar o biberão a partir dos 18 m. Toca de arranjar copos com palhinhas (foi um desastre); toca de começar a dar-lhe cereais (gosta, mas demora tipo 30 min a comer uma tijela pequenina, por isso fica só aos fins-de-semana). Não que me preocupe com o que ele come, porque come bastante e de tudo, mas leite é leite. Tenho de perceber se esta birra com o biberão é temporária ou definitiva...
Claro que isto avaria-me os nervos logo de manhã. Como ainda por cima somos todos dorminhocos*, ficamos com pouco tempo para nos arranjarmos e qualquer contratempo é um stress.
*Só para ilustrar - quando levamos o JP alguns dias seguidos um bocado mais tarde, saiu espontaneamente à educadora: pronto, já chegou o João, já podemos cantar os bons dias.

 

Não acrescenta confusão, pal

antes confirma as minhas suspeitas: não se intui, não se sabe a priori, ele há-de mostrar que está pronto, não é?

9.5.07 

Chegou a fase do desfraldamento?!

Pois, não sei. Acho que é cedo. No infantário, tem se fartado de fazer xixi na sanita, vangloria-se com isso, anda nas nuvens. Todos os dias chega ao carro e quer palminhas, e conta e reconta, o tal do xixi. Acho cedo, porque não me parece que ele esteja preparado para tirar completamente as fraldas. Claro que até há bem pouco tempo, nem este "acho" me saía da boca, porque não fazia mesmo ideia nenhuma. Há coisas na "criação" que são engraçadas. Dá a impressão que é tudo instintivo, mas não é. Sei lá quando é que ele vai estar preparado para tirar as fraldas. Perguntei a uma auxiliar lá da salinha dele (que tem 2 filhos) e ela responde com um "a mãe é que vê quando ele está apto"; perguntei a mais 2 ou 3 pessoas com experiência e as respostas redundam todas no instinto. Fui ao Brazelton. Não é que tenha lá uma resposta acabada, mas pelo menos tem alguns sinais a que devemos atentar antes de lhe tirar as fraldas. Por um lado, não quero retardar uma situação que ele está a gerir com tanta naturalidade, mas também não quero precipitar nada, porque não acho forçoso isto ter de acontecer agora...

 

Nunca

a semiótica me pareceu tão clara (pronto, OK, talvez excepto quando sou eu a explicá-la nas aulas) como quando o vejo a construir o seu primeiro léxico. A grande dificuldade reside, de facto, em perceber qual o significante quando os significados são semelhantes. O truque está mesmo no contexto e no interpretante (go, Peirce!). Há monossílabos recorrentes que lhe saem da boca e nem sempre é imediato o que quer. O que é admirável na evolução humana, é que há um ano ele não se importava nada se eu percebia na totalidade o que queria e agora, bem agora, há irritação e choro e aborrecimento se não percebo logo o que raio quer com aquele lá, tá, té, li e afins.
E também há o hábito: já sabe dizer chão, mesmo chão, mas insiste que o nome dele é anã e não há quem o demova.

 

Há uns dias

1ª frase completa, assim completinha mesmo: mamã, on' 'tá pâché? (onde está o chapéu). Delicioso. Faz todo o sentido... quer o chapéu em casa, para sair, mas quando está ao xol, às vezes não quer.

8.5.07 

Abril, mês da liberdade?

Não escrevi nada durante o mês que passou. A liberdade de não escrever também é porreira, embora haja sempre aquela coisa cá trás a piscar... apetece, mas não; apetece, mas já estou farta; apetece, mas outras coisas metem-se no caminho; apetece, mas a net portátil está sempre a cair. Pronto, passado este mês e picos, apeteceu e nada se interpôs.
Na 6ª fui ao infantário à minha primeira festa do Dia da Mãe. Recebi uma prenda, ouso dizer a mais linda que alguma vez havia recebido :) E, ainda por cima, um bloco de notas, para fazer listinhas! Este gajinho conhece-me mesmo bem :O) O J estava, como hei-de dizê-lo????... estupidamente contente de eu estar lá, corria para mim a cada 5 minutos e agarrava-se à pernas. Não sei como não ficou com o beiço permanentemente para baixo de tanto mimo. A única coisa que o chateou foi o facto de eu sequer dizer olá às outras criaturinhas que estavam lá na sala. Aí o "mi'a mamã" ouvia-se a alto e bom som.
Domingo, o dia propriamente, teve direito a 2 estampanços valentes do J. Um deles valeu o primeiro joelho esfolado, um pai a tirar uma foto ao dito e uma mãe com taquicardia. No Domingo, logo pela manhã, ainda dormia o filho que me tornou mãe e eu fui pensar sozinha na minha. Com os olhos já secos vim para casa fazer o que tenho sempre de fazer, seja Dia da Mãe ou não.
Abril foi um mês seco, mas voltei. Se inteira ou repartida não sei, mas como qualquer Alexandra, renascerei das cinzas como a fénix. Por esta altura, já devia ter percebido que às vezes os dias se sucedem uns atrás dos outros sem nada que os marque em particular. E que isso nem sempre é mau. Vai moendo, mas não mata. Valha-me o furacão que me entra pela casa adentro às 5 da tarde e me faz voltar ao básico.

28.3.07 

Posso

não ser uma pessoa suficientemente interessante para ter um blog activo, mas, pelo menos, sei apreciar os bons. De qualquer maneira, há momentos em que a minha cabeça até podia ser alvo de uns posts giros (soubesse eu escrevê-los), quando durante a apresentação de um trabalho de umas alunas sobre a história da rádio, a minha mente divaga entre acho que me voltei a esquecer da escova de dentes em casa da minha avó e será que lhe dei o remédio das bichas em Janeiro?

22.3.07 

Melómano

Quando o DVD do Noddy dispara... já sabia que os pequenitos braços do meu filho disparavam a acompanhar o ritmo... mas esta...
Aquando dos nossos fins-de-tarde passados no quarto de brincar, para me entreter (também tenho direito... não??), rolam uns cd'szitos na aparelhagem... qual não é a minha surpresa quando ontem aos 1ºs acordes desta música ele começa num ritmo louco de dança pelo quarto!!
- "Gostas filho??"
- "Si..!"
- "Queres que ponha mais alto?"
- "Siiii...!!!"

E pronto... os 2 homens feitos maluquinhos aos saltos pela divisão imbuídos pelo espírito da música...

Momentos como este apagam qualquer nuvem mais cinzenta dos últimos tempos... no question about it!!

0 "som" do crime:



(She Wants Revenge - "I Don't Wanna Fall In Love")

12.3.07 

Devia haver

assim um botão de "pause" quando o gajinho pequeno começa a fazer uma daquelas birras monumentais (sim, amigas que convivem connosco, ele fá-las e muitas, mas quase sempre em privado). O botão nem seria para a birra, deixá-lo chorar e gritar, também tem direito. O problema somos nós, mesmo. Nunca, quase nunca, conseguimos ter uma reacção (logo este conseguimos ter uma reacção é um pouco contra-natura, certo?) em perfeita sintonia, harmonia de posições, ruído proporcional. É miserável. Não é que não concordemos com as regras básicas, o caminho geral, a estrutura de convivência. O problema são as birras. O P é mais Bush Hugo Chávez e eu sou mais Gandhi. A minha técnica de peace and love nem sempre resulta... demora muito mais tempo a passar a birra, diria que a longo prazo provavelmente desenvolve a tendência para as mesmas; a técnica Bush Hugo Chávez, an eye for an eye, atiramos antes que eles nos matem a todos, o gritar por cima do choro, acaba com a birra mais rápido, mas... Este mas é que me mata a mim. Raios, detesto ver o resultado dela, e detesto gritos logo pela manhã.

 

Sábado foi assim um dia com banda sonora por trás. Oh, such a perfect day, I'm glad I spent it with you, lalalalalala. O sol faz mesmo maravilhas. E o mar, lindo de morrer.
Na esplanada, o J sentado nas cadeiras de lona, a mesa à altura do nariz e a bater com as mãos no tampo, a chamar o "lhor" (senhor) e a pedir-lhe/exigir-lhe "pãobé" (pão com queijo). Apanhar conchinhas para o pai e depois não lhas dar porque gosta de brincar com elas.
E depois um jantar (in)esperado, no conforto de uma velha amizade. Comer a cantar músicas infantis e com o Noddy a passar na TV, e intercomunicador ligado pela pequena que dorme. They've outnumbered us, como diz um dos BabyBlues. Mas depois, numa nesga de tempo à varanda de uma noite assim friazita mas boa, um cigarro e um copo na mão e erámos capazes de nunca ter saído de um lugar atrás, mas com muito mais que se nos diga.

6.3.07 

No WC

João, o que é que se faz aqui (sanita)?

sissi, tótó*.

:)

*é tão giro a dizer tótó que nos apetece adoptar esse maneirismo também

5.3.07 

Estação de bebés

Feliz este apeadeiro que parece uma estação de bebés. Uns já chegaram, outros estão quase a chegar e outros ainda estão a partir da estação-mãe. O novo contador no topo da página marca o ritmo do bebé da I., o irmão ou irmã da Sofia.

 

Paixão. Tanta, dele para mim, de mim para ele. Às vezes até tenho medo de tanto amor arrebatado. Tenho medo de ficar sem espaço para mais.

27.2.07 

(e)ventos e casamentos


Depois de um aniversário especial, de um casamento lindo e emocionante, de um aniversário ainda mais especial, resta-me uma pilha de 70 trabalhos para corrigir e um horário que não sai bem, e umas aulas para preparar que não apetecem.

...

Por mim, andava mas é em festas todos os dias.

(à falta de palavras, este blog migra para um estilo mais fotográfico)

21.2.07 

Abram alas


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Sobre o JP

  • Sou o JP
  • Do Póvoa de Varzim, Portugal
  • 1 de Julho de 2005
O meu perfil

O crescimento do JP

  • 0m: 2.850 kg e 48.5 cm
  • 15d: 3.090 kg e 52.5 cm
  • 1m15d: 4.910 kg e 57.5 cm
  • 2m: 5.430 kg
  • 3m: 6.730 kg e 64 cm
  • 4m: 7.940 kg
  • 5m: 8.500 kg e 70 cm
  • 6m: 9.140 kg
  • 8m: 9.550 kg e 74 cm
  • 10m: 10.400 kg e 77 cm
  • 14m: 11.260 kg e 82.5 cm
  • 18m: 11.560 kg e 84.5 cm
  • 21m: 12.320 kg
  • 24m: 13.280 kg e 91 cm

O primeiro ano

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